Uma carta com palavras bonitas vale muito mais. Abrir uma correspondência tem a emoção que um e-mail eletrônico jamais poderá ter. É questão de veracidade. Parece que o papel em mãos é mais real. Você pode ler, reler, dobrar e guardar numa gaveta. Depois voltar a ler novamente até o papel ficar gasto, ficar amarelo. E para isso não é preciso você ligar uma máquina, conectar-se a uma rede. Quem escreve num papel, envelopa, sela e coloca na caixa de correios e espera ( sim, porque a espera é que dá toda a emoção), enfim, quem se dá a todo esse trabalho realmente queria fazer isso. Mas eu não posso falar muita coisa. Tenho um blog em qual escrevo minhas coisas. Poderia ter um diário para guarda-lo e ler a toda hora? Poderia. Não seria mais real? Seria. Então descobri que sou contraditória. Mas não se espante caso receba uma carta minha.
sábado, 17 de novembro de 2007
destinatário
Uma carta com palavras bonitas vale muito mais. Abrir uma correspondência tem a emoção que um e-mail eletrônico jamais poderá ter. É questão de veracidade. Parece que o papel em mãos é mais real. Você pode ler, reler, dobrar e guardar numa gaveta. Depois voltar a ler novamente até o papel ficar gasto, ficar amarelo. E para isso não é preciso você ligar uma máquina, conectar-se a uma rede. Quem escreve num papel, envelopa, sela e coloca na caixa de correios e espera ( sim, porque a espera é que dá toda a emoção), enfim, quem se dá a todo esse trabalho realmente queria fazer isso. Mas eu não posso falar muita coisa. Tenho um blog em qual escrevo minhas coisas. Poderia ter um diário para guarda-lo e ler a toda hora? Poderia. Não seria mais real? Seria. Então descobri que sou contraditória. Mas não se espante caso receba uma carta minha.